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Testosterona não é atalho: o alerta para a saúde do homem em tempos de automedicação hormonal

Nesta participação em artigo do Portal Mundo RH, o urologista Adriano Fregonesi, especialista em andrologia e membro da Sociedade Brasileira de Urologia- SP, esclarece que a queda gradual da testosterona após os 40 anos deve ser compreendida com equilíbrio. 

Embora essa queda possa fazer parte do processo natural de envelhecimento, ela não deve ser encarada como uma doença. O sinal de atenção surge quando sintomas persistentes estão associados a níveis baixos de testosterona comprovados em exames laboratoriais. 

Atualmente, a reposição de testosterona tem sido cada vez mais utilizada por homens que buscam disposição, melhora da libido, ganho de massa muscular, redução de gordura corporal e sensação de rejuvenescimento. Porém, o especialista alerta: a terapia hormonal deve ser indicada com critério médico, já que o uso indiscriminado, especialmente com fins estéticos ou de performance, pode trazer riscos importantes para a saúde masculina. 

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